Em 1013, al-Hakim completou a construção de uma mesquita no Cairo, conhecida como Mesquita de al-Hakim, oficialmente Jame-ul-Anwar.
Como um proeminente periódico lembrou, al-Hakim atraiu mais interesse dos historiadores modernos do que qualquer outro membro da dinastia fatímida por: A alegação de que al-Hakim seria um louco e a versão dos eventos sobre a sua vida foram considerados como mera propaganda por alguns acadêmicos como Willi Frischaue, que afirma: "Seus inimigos o chamaram de 'califa louco', mas ele reforçou a reputação do Cairo como centro da civilização" .
De 996 até 1006, quando a maior parte das funções executivas do califa eram realizadas por seus conselheiros, o xiita al-Hakim "se comportou como os demais califas xiitas que ele sucedeu, exibindo uma atitude hostil contra os muçulmanos sunitas, enquanto que a atitude contra o 'Povos do Livro' (Ahl al-Kitab) - os judeus e cristãos - era de relativa tolerância em troca do pagamento do imposto da 'jizya'" .
Outras fontes afirma que al-Hakim casou-se com a jariya (serva jovem) conhecida pelo título de as-Sayyidah, mas os historiadores não sabem se este seria apenas um outro nome para Amina .
Fontes drusas alegam que a mãe de al-Hakim era a filha de Abdullah, um dos filhos de al-Muizz, e, portanto, sobrinha de al-Aziz .
Seguindo o pensamento xiita da época, al-Hakim também ordenou diversas outras medidas restritivas (sijillat).
Nos anos finais de seu reinado, al-Hakim demonstrou uma crescente tendência asceta e se retirava para meditar regularmente.
De acordo com o acadêmico Nissim Dana, a relação de al-Hakim com as outras religiões monoteístas pode ser dividida em três diferentes fases .
