Inicialmente a Força Aérea norte-americana impôs a adopção de um cockpit que fosse simultâneamente uma cápsula de escape, no entanto Scott Crossfield, [nota 3] um dos engenheiros responsáveis pelo projecto, piloto de testes da North American Aviation e futuro piloto do X-15, conseguiu ainda na fase de desenvolvimento, argumentar e convencer os decisores a optarem por uma solução usando um assento ejetor de emergência, utilizável entre os 120 Km/h e mach quatro e altitudes até 40 mil metros.
Durante o período operacional de testes foram percorridos em voo, 67.197.954,2 milhões de quilómetros e acumulados os seguintes tempos de voo a velocidades superiores a: Tal como a maioria das aeronaves experimentais da série X, devido ao elevado consumo de combustível que inviabilizava a descolagem por meios próprios, também o X-15 necessitava de uma aeronave de apoio para efectuar o seu lançamento em altitude, usualmente perto dos 13,5 Km e à velocidade de 800 Km/h.
Deixou marcos de voo importantes como uma altitude máxima de 107 960 metros, durante um voo pilotado por Joseph A.
Apenas três exemplares foram produzidos, acumulando no decorrer de todo o programa de pesquisa (entre 1959 e 1968) 199 voos.
O programa X-15 foi ainda afectado por dois outros acidentes graves, porém nenhum deles com consequências letais: Inúmeros incidentes ditos menores, aconteceram ao longo de todo o programa de voos, obrigando a abortar a missão ou impedindo o alcance dos objectivo propostos, entre os mais comuns estavam a falta de pressão na injecção do combustível líquido, falha nas unidades auxiliares de energia (APU), deficiências várias na canopy e cortes prematuras no funcionamento normal do motor foguete.
O North American X-15 foi o terceiro avião experimental da serie X, dedicado à pesquisa e condicionalismos do voo em velocidades elevadas.
