Os machos desta espécie regressam à área geográfica de reprodução antes das fêmeas e escolhem um local para o ninho, que é então anunciado às fêmeas com um voo circular e canto.
A andorinha-das-chaminés é uma ave insetívora e captura os insetos de que se alimenta em pleno voo, à semelhança de outras andorinhas e dos andorinhões.
Como uma das primeiras aves migratórias a regressar à área de nidificação, esta espécie é vista como um sinal do início da primavera.
No entanto, em Honshu a andorinha-das-chaminés é uma ave mais urbana, sendo substituída pela andorinha-dáurica (Cecropis daurica) nas zonas rurais.
O canavial de Mount Moreland, com cerca de 250 m², é um dormitório comunal para mais de três milhões de aves desta espécie - mais de 1% da população mundial e de 8% dos indivíduos que nidificam na Europa.
Pensa-se que a concentração das aves em dormitórios comunais nos locais onde inverna visa ser uma proteção contra os predadores, e que a chegada das aves a estes dormitórios comunais é sincronizada com o objetivo de os confundir.
Com as devidas reparações anuais, é comum que um ninho sobreviva 10-15 anos, mas há registo de um ninho que foi ocupado durante 48 anos.
No norte da Europa os machos possuem caudas mais longas do que no sul; enquanto que na Espanha as guias caudais dos machos são apenas 5% mais longas do que as das fêmeas, na Finlândia a diferença é de 20%.
Na Europa, a andorinha-das-chaminés é uma ave migratória que se movimenta numa frente larga, o que significa que as rotas de migração das aves que nidificam na Europa não afunilam nas zonas de travessia mais curta do mar, como os estreitos de Gibraltar e do Bósforo, mas cruzam todo o Mediterrâneo e o Saara.
Por outro lado, devido à expansão humana houve um aumento da população de andorinhas-das-chaminés na América do Norte durante o século XX, graças à maior disponibilidade de locais para construir os ninhos e ao aumento da sua área de distribuição geográfica, incluindo a colonização do norte da província de Alberta, no Canadá.
